Hoje quero falar-vos do meu sorriso!
Quero falar-vos das "minhas" crianças!
Esses seres pequenininhos e desdentados que me dão conta da cabeça mas que fazem de mim uma pessoa tão mais completa.
Esses choros tímidos que passam em 2 segundos,
ou essas queixinhas infundadas que só pedem atenção.
Caminham em correria para ver quem vem e pedem um abraço do tamanho do mundo à partida.
São inconstantes, mimados, aéreos e chegam mesmo a ser silenciosos demais.
Mas são TUDO! São TANTOS!
E são mesmo o melhor do mundo.. :)
[Fica a referência às cerca de 80 crianças em idade pré-escolar com quem lido semanalmente nas aulas de Dança das AAF: Fidalguinhos, Escola nº 7 e Escola nº9]
Memória
"A memória filtra e guarda o que enche o coração.."
Mas também regista as mentiras e omissões,
destrói os castelos construidos na praia e apaga pegadas outrora bem marcadas neste chão.
Mas também regista as mentiras e omissões,
destrói os castelos construidos na praia e apaga pegadas outrora bem marcadas neste chão.
Children see. Children do.
Dá que pensar..
Porque são estas (hoje) crianças que serão os adultos de amanhã.
Porque são estas (hoje) crianças que serão os adultos de amanhã.
Hoje
Foi hoje que ousei abrir uma janela da minha vida.
Não dei conta, inocente. Talvez tivesse de ser mesmo assim.
Foi hoje. Ainda ontem! E como o tempo voou por mim.
Não temos mais rugas, não estamos mais velhos
mas continuamos em lados opostos da sala.
O resto.. o resto mantém-se.
Fecho os olhos, sinto que sim:
"Good night, ..."
Não dei conta, inocente. Talvez tivesse de ser mesmo assim.
Foi hoje. Ainda ontem! E como o tempo voou por mim.
Não temos mais rugas, não estamos mais velhos
mas continuamos em lados opostos da sala.
O resto.. o resto mantém-se.
Fecho os olhos, sinto que sim:
"Good night, ..."
Perfeito, perfeito.
Procuro a perfeição como quem busca o calor do sol.
Espreito e torno a espreitar, fecho os olhos e posso senti-la.
Perfeição no corpo? No cálculo? Perfeição no gesto e no sentir!
Porque a perfeição material nada mais é que a busca incessante do inalcançável
e a essência do ser ou sentir-se perfeito nada tem a ver com o sentir-se bom.
Por isso sinto, busco, perco-me e encontro-te (encontro-me?).
Sinto-me naquele gesto demorado. Sinto-me naquele olhar perfeito.
Tempo perfeito.
Tempo parado? Naquele espaço.
E porque apesar de estar bem longe da perfeição,
sinto que a encontro nesta reciprocidade,
nesta fusão feliz.
Espreito e torno a espreitar, fecho os olhos e posso senti-la.
Perfeição no corpo? No cálculo? Perfeição no gesto e no sentir!
Porque a perfeição material nada mais é que a busca incessante do inalcançável
e a essência do ser ou sentir-se perfeito nada tem a ver com o sentir-se bom.
Por isso sinto, busco, perco-me e encontro-te (encontro-me?).
Sinto-me naquele gesto demorado. Sinto-me naquele olhar perfeito.
Tempo perfeito.
Tempo parado? Naquele espaço.
E porque apesar de estar bem longe da perfeição,
sinto que a encontro nesta reciprocidade,
nesta fusão feliz.
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