Bem a condizer com o ar gélido lá de fora.
Pelo desconforto, pelo sofrimento de uma amiga
e por mim, tanto.
Em dados momentos construímos sonhos que nos fazem tirar os pés do chão
e como é tão bom o clima lá em cima, tão ameno.
Tão reconfortante que esquecemos do que é a volta à terra.
Cá, cá o chão volta a esfriar o coração, e os obstáculos, esses, são tantos.
Só me ocorre dar-lhe força e esperar que ela lute pelo aconchegar do seu coração.
E hoje mais que nunca gostava que existissem momentos em que se fosse possível parar o tempo,
esquecer tudo o resto que está à volta.
Por ela.
E por mim, tanto.

